O trabalho que vem do e-commerce

Vocês sabem bem do crescimento do nosso mercado – a gente repete e repete: só no primeiro semestre de 2010, o crescimento do setor foi de 40% em relação ao mesmo período do ano passado, o que representa uma movimentação de R$ 6,7 bilhões, de acordo com dados divulgados em agosto deste ano pela e-bit, empresa de monitoramento de comércio eletrônico.

Segundo pesquisa realizada pela The Nielsen Company, o setor deve gerar nove mil postos de trabalho nos próximos meses. De acordo com a estimativa, 67% dos vendedores já têm colaboradores e pretendem contratar, no curto prazo, ao menos outros três para administrar suas vendas online. Nos quatro países pesquisados – Brasil, Argentina, México e Venezuela – atualmente existe cerca de 52 mil pessoas com renda total ou parcial gerada por vendas por meio dessa plataforma.

Aproximadamente 16% dos entrevistados manifestaram ter deixado seu trabalho ou cogitado essa possibilidade para dedicarem-se exclusivamente às atividades de vendas online. Porém, mais da metade dos entrevistados (56%) alegou não ter trocado seu trabalho anterior ou sua profissão, utilizando o comércio eletrônico como um complemento da renda.

Esta tendência resultou em uma categoria chamada de “trabalhador híbrido”, ou seja, aquele com uma carreira profissional, mas que desenvolve um empreendimento comercial próprio na internet em seu tempo livre. Normalmente, o perfil deste vendedor abrange pessoas do sexo masculino, com nível superior (completo ou incompleto), idade entre 18 e 35 anos e profissionais da área administrativa, técnicos em computação, analistas de sistemas e escriturários. O fato é que a venda de produtos via internet é uma realidade cada vez mais consolidada no varejo e apresenta-se como um caminho para o mercado de trabalho e geração de renda.

Fonte: Blog do Comércio Eletrônico

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